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Desempenho riscos ajustadas: um método para melhorar a qualidade do desempenho do algoritmo, permitindo tudo para jogar.

OBJETIVO:
Diferenças de qualidade entre prestadores de ultra-som da translucência nucal ou laboratórios de Down pode afetar profundamente resultados de rastreio da síndrome. Um novo método, os riscos de desempenho ajustados (PAR), é desenvolvido para permitir tais diferenças e melhorar o desempenho.
MÉTODOS:
Provedor individual e parâmetros laboratoriais de distribuição de marcadores são comparados com as expectativas nacionais. O desvio máximo absoluto sobre a faixa de operação é usado para derivar uma desvantagem e factores de ponderação. Abaixo riscos síndrome obtidos a partir de software comercial para as mulheres individuais pode ser corrigido utilizando os pesos. Aqueles com a maior desvantagem terá o maior correcção. Cinco exemplos teóricos são usados ​​para ilustrar o cálculo de handicap e potenciais resultados dos testes combinados em 32 síndrome de Down e gravidezes não afectadas 7205 são utilizados para indicar a influência do peso sobre o desempenho.
RESULTADOS:
Nos exemplos teóricos, uma alteração de 10% sistemática (imprecisão) em um ou mais marcadores ou uma alteração semelhante no desvio padrão (imprecisão) produziu uma desvantagem que varia de 4 a 11. Ao longo da gama de funcionamento, o risco individual reduzido de 40% ou um aumento de 250%. Quando os resultados dos ensaios prospectivos combinados foram ajustados para criar artificialmente inaccurracy 10% em todos os três marcadores, a taxa de detecção foi de apenas 59%, mas após ponderação PAR aumentou para 75%.
CONCLUSÕES:
PAR reconhece que nem todos os fornecedores são iguais, e perfeição não é realista. Usando essa abordagem tudo "pode jogar", enquanto os pacientes estão protegidos contra o mau desempenho.

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=).+%22Performance+adjusted+risks%3A+a+method+to+improve+the+quality+of+algorithm+performance+while+allowing+all+to+play.%22



Texto Original

OBJECTIVE:
Differences in quality among ultrasound nuchal translucency providers or laboratories can profoundly affect Down syndrome screening results. A new method, performance adjusted risks (PAR), is developed to allow for such differences and improve performance.
METHODS:
Individual provider and laboratory marker distribution parameters are compared with national expectations. The maximum absolute deviation over the operating range is used to derive a handicap and weighting factors. Down syndrome risks obtained from commercial software for individual women can be corrected using the weights. Those with the biggest handicap will have the greatest correction. Five theoretical examples are used to illustrate handicap calculation and prospective combined test results on 32 Down syndrome and 7205 unaffected pregnancies are used to indicate the influence of weighting on performance.
RESULTS:
In the theoretical examples, a 10% systematic change (inaccuracy) in one or more markers or a similar change in the standard deviation (imprecision) yielded a handicap ranging from 4 to 11. Over the operating range, the individual risk reduced 40% or increased 250%. When the prospective combined test results were artificially adjusted to create 10% inaccurracy in all three markers, the detection rate was only 59% but after PAR weighting this increased to 75%.
CONCLUSIONS:
PAR recognizes that not all providers are equal, and perfection is unrealistic. Using this approach all 'can play' while patients are protected from poor performance.

Desenvolvimento WSB