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Predição do parto prematuro espontâneo de fatores maternos, história obstétrica e perfusão placentária e função nas semanas 11-13.

OBJETIVO:
Para desenvolver um modelo para previsão de parto espontâneo antes de 34 semanas com base em fatores maternos, perfusão placentária e função em uma gestação de 11-13 semanas.
MÉTODOS:
Dois grupos de estudos: estudo primeira triagem, das características maternas, soro gravidez associado às proteínas plasmáticas-A (PAPP-A), β-gonadotrofina coriônica humana livre (β-hCG) e pulsatilidade das artérias uterinas (PI). Em segundo lugar, os estudos controlados de concentração no soro ou no plasma materno do fator de crescimento da placenta (PlGF), proteína placentária 13 (PP13), uma desintegrina e metaloprotease 12 (ADAM12), a inibina e activina-A-A. A análise de regressão foi usada para desenvolver um modelo de previsão de parto prematuro espontâneo.
RESULTADOS:
Parto prematuro espontâneo ocorreu em 365 (1,1%) dos 34 025 gravidezes. Um modelo baseado em fatores maternos poderiam detectar 38,2% dos partos prematuros em mulheres com gestações anteriores ou em mais do que 16 semanas e de 18,4% para aqueles sem, a uma taxa de falsos positivos (FPR) de 10%. No grupo de trabalho de parto prematuro, em comparação com gravidezes não afectadas não houve diferenças significativas nos marcadores de perfusão placentária ou função, excepto para PAPP-A, que foi reduzida.
CONCLUSÕES:
Paciente específico risco de parto prematuro é fornecida por fatores maternos e história obstétrica. Perfusão placentária e função nas semanas 11-13 não são alterados em gestações de parto prematuro espontâneo.

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=%22Prediction+of+spontaneous+preterm+delivery+from+maternal+factors%2C+obstetric+history+and+placental+perfusion+and+function+at+11-13+weeks.%22



Texto Original

OBJECTIVE:
To develop a model for prediction of spontaneous delivery before 34 weeks based on maternal factors, placental perfusion and function at 11-13 weeks' gestation.
METHODS:
Two groups of studies: first, screening study of maternal characteristics, serum pregnancy-associated plasma protein-A (PAPP-A), free β-human chorionic gonadotrophin (β-hCG) and uterine artery pulsatility index (PI). Second, case-control studies of maternal serum or plasma concentration of placental growth factor (PlGF), placental protein 13 (PP13), a disintegrin and metalloprotease 12 (ADAM12), inhibin-A and activin-A. Regression analysis was used to develop a model for the prediction of spontaneous early delivery.
RESULTS:
Spontaneous early delivery occurred in 365 (1.1%) of the 34 025 pregnancies. A model based on maternal factors could detect 38.2% of the preterm deliveries in women with previous pregnancies at or beyond 16 weeks and 18.4% in those without, at a false positive rate (FPR) of 10%. In the preterm delivery group, compared with unaffected pregnancies there were no significant differences in the markers of placental perfusion or function, except for PAPP-A which was reduced.
CONCLUSIONS:
Patient-specific risk of preterm delivery is provided by maternal factors and obstetric history. Placental perfusion and function at 11-13 weeks are not altered in pregnancies resulting in spontaneous early delivery.

Desenvolvimento WSB