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Avaliação do osso nasal em fetos com trissomia do cromossomo 21 em 16-24 semanas de gestação por ultra-sonografia tridimensional.

Este estudo tem como objetivo investigar o comprimento ea forma dos ossos nasais em fetos com trissomia do cromossomo 21 em uma gestação de 16-24 semanas.
MÉTODO:
Adquirimos volumes tridimensionais do perfil fetal a partir de 41 fetos com trissomia do 21. O modo multiplanar foi usado para medir o comprimento do osso nasal no plano sagital médio exato e em vistas sagitais e oblíquas da face fetal e examinar os ossos nasais no plano coronal.
RESULTADOS:
Houve ausência bilateral dos ossos nasais em 11 (26,8%) casos e ausência unilateral em um (2,4%). Em 29 (70,7%) casos com presentes ossos nasais, houve progressiva sobre-estimação do comprimento do osso nasal, quando medido em vistas sagitais e oblíquas comparação com medições feitas no plano sagital mediano exato. No plano coronal, em 18 de 29 (62,1%) fetos com trissomia do cromossomo 21, os ossos nasais foram divergentes, enquanto que em 131 dos 135 (97,0%) fetos euplóides, os ossos foram totalmente fundidos na linha média.
CONCLUSÃO:
Planos de digitalização parassagital e oblíqua pode produzir mais de estimativa de comprimento do osso nasal em fetos trissomia do cromossomo 21, porque eles têm muitas vezes divergentes ossos nasais. Consequentemente, é essencial que a medição do comprimento do osso nasal é realizada no plano sagital médio exacto da cara.

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22430721



Texto Original

This study aims to investigate the length and shape of the nasal bones in fetuses with trisomy 21 at 16-24 weeks' gestation.
METHOD:
We acquired three-dimensional volumes of the fetal profile from 41 fetuses with trisomy 21. The multiplanar mode was used to measure nasal bone length in the exact midsagittal plane and in parasagittal and oblique views of the fetal face and to examine the nasal bones in the coronal plane.
RESULTS:
There was bilateral absence of the nasal bones in 11 (26.8%) cases and unilateral absence in one (2.4%). In 29 (70.7%) cases with present nasal bones, there was progressive over-estimation of nasal bone length when measured in parasagittal and oblique views compared to measurements taken in the exact midsagittal plane. In the coronal plane, in 18 of 29 (62.1%) fetuses with trisomy 21, the nasal bones were divergent, whereas in 131 of 135 (97.0%) euploid fetuses, the bones were entirely fused in the midline.
CONCLUSION:
Parasagittal and oblique scanning planes may produce over-estimation of nasal bone length in trisomy 21 fetuses because they often have divergent nasal bones. Consequently, it is essential that measurement of nasal bone length is carried out in the exact midsagittal plane of the face.

Desenvolvimento WSB